DIA DOS PAIS - SEGUNDO DOMINGO DE AGOSTO
Hoje o Brasil celebra pai.
Desde 1953, quando Sylvio Bhering quis lembrar ao mundo
que paternidade também se comemora.
E em 1954 o domingo mudou de data,
só pra caber mais família na mesa,
mais almoço, mais abraço, mais história.
Mas o mais importante nunca foi a data.
Foi o gesto.
Hoje eu falo do pai que ensina com o silêncio,
que conserta, que orienta, que volta cansado e ainda pergunta "fez o dever?".
Do pai que fica.
E hoje eu falo também da mãe que virou pai e mãe.
Da mãe solteira que levanta às 4h pra roça,
da mãe viúva que segurou a casa sozinha,
da provedora que paga boleto, faz comida,
leva no médico, dá conselho e enxuga lágrima.
Da que não recebeu pensão,
mas nunca deixou faltar amor.
Ela planta, ela vende, ela trabalha fora.
Cuida da casa, cuida do filho, cuida do mundo.
E mesmo com o coração apertado,
sorri na porta da escola.
Para essas mulheres,
meu respeito dobra hoje.
Porque ser mãe já é gigante.
Ser pai e mãe ao mesmo tempo é ser raiz e tronco,
é ser abrigo e chão.
Então que o Dia dos Pais seja estendido.
Que o presente, a mensagem, o carinho
alcancem também quem carrega os dois nomes no peito.
Pai, obrigado por estar.
Mãe-pai, obrigado por não desistir.
Que nenhum obstáculo seja grande demais
quando a vontade de cuidar é maior.
E que cada pequeno passo de hoje
plante a maior conquista de amanhã:
filhos que sabem o que é amor de verdade.
*Feliz Dia dos Pais.*
Para quem é pai.
E para quem, mesmo sem ser,
fez o papel com alma inteira. 💛