POESIA SOBRE RATANABÁ
POESIA SOBRE RATANABÁ
"Ratanabá, Sombra na Selva"
Nas profundezas da Amazônia sombria,
Onde o Guaporé serpenteia sua história,
Um segredo jaz, envolto em mistério e magia,
Ratanabá, cidade perdida na memória.
Dizem que no Forte Príncipe da Beira,
Onde o passado ecoa com sussurros da guerra,
Uma entrada secreta se esconde na terra,
Para Ratanabá, cidade subterrânea eterna.
Murilhos antigos, pedras que guardam segredos,
De civilizações que o tempo fez esquecidos.
Ali, nas sombras, a lenda se entrelaça,
Com histórias de seres que o cosmos abraça.
No silêncio da floresta densa e verde,
Onde a luz do sol em raios tímidos se perde,
Ratanabá sussurra um chamado ao vento,
Um convite ao sonho, ao mistério cruento.
Águia de pedra vigia o portal oculto,
Sob o manto da noite, com um olhar culto.
O rio Guaporé, testemunha silenciosa,
De uma história que a selva torna preciosa.
Ratanabá, enigma na vastidão verde,
Onde o mito e a realidade se mesclam e ardem.
Um sonho ou uma verdade, pouco importa,
Pois na busca pelo desconhecido, a alma se transporta.
Fim da Poesia
Essa poesia busca capturar a essência misteriosa e lendária de Ratanabá, uma cidade perdida na Amazônia, com conexões ao Real Forte Príncipe da Beira.
Real Forte Príncipe da Beira - Costa Marques - Rondônia - Brasil, 15 de julho de 2025.
Werneck Bellini
Enviado por Werneck Bellini em 15/07/2025