A Árvore do Brilho: Uma Parábola de Inveja e Ciúme
No pomar da vida, onde árvores se erguem,
Uma delas se destaca, com frutos de virtude.
É atacada com pedradas e pauladas,
Pela inveja e ciúme, que ninguém consegue entender.
Os amigos do dono do pomar, com escada emprestada,
Colhem os frutos da árvore, com cuidado e respeito, sem invadir, sem ofender.
Mas a árvore que nada produz, sem valor ou proveito,
Pode sofrer maior dano, e ser destruída, sem piedade ou remorso.
Assim é com os seres humanos, que brilham com luz própria,
São atacados pela inveja, e ciúme, que os quer apagar.
Mas não se preocupe, se alguém te caluniar,
Pois é apenas inveja, do seu brilho, que eles nunca conseguiram, e nem conseguirá apagar.
O ciúme é a ferrugem, que corrói os parafusos,
Que fixam as engrenagens do Amor, e o torna inoperante.
Mas a árvore do brilho, continua a produzir,
Frutos de virtude, e luz, que ilumina o caminho.
Então, não se deixe abalar, pelas pedradas e pauladas,
Pois são apenas sinais, de que você está no caminho certo.
Continue a brilhar, com sua luz própria,
E não deixe que a inveja, e ciúme, te apaguem.
AcquaCury de Ratanabá, Amazônia, Brasil, 28 de janeiro de 2025.
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Werneck Bellini
Enviado por Werneck Bellini em 29/01/2025